No primeiro mandato (2017–2021), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revogou mais de 100 regras ambientais e retirou o país do Acordo de Paris. Na atual gestão, iniciada em 2025, repetiu o feito e, em poucos dias, também derrubou 70 iniciativas de combate à crise climática, segundo o Financial Times.

A postura do presidente da maior potência mundial gera incertezas em setores como o eólico nos Estados Unidos e desperta o temor de que a negação da crise climática assombre outros mercados, como o brasileiro. Para fontes especializadas ouvidas pela coluna, contudo, isso não representa o fim da agenda Ambiental, Social e de Governança (ASG, tradução de ESG).

Na esteira desse retrocesso, a pauta ESG também passa por turbulência na Europa. França e Alemanha solicitaram à União Europeia o adiamento das exigências regulatórias das práticas, justificando a sobrecarga às pequenas e médias empresas.