A felicidade vale dinheiro!

Quanto vale a felicidade do seu colaborador?

Durante muito tempo, a pergunta que as organizações faziam era “quanto vale este colaborador na empresa?" Hoje, a pergunta que deve ser feita é “quanto vale a felicidade do meu colaborador?”

 A verdade é que a maioria das empresas e organizações não faz esta pergunta ou não faz ideia da importância de se fazer esta pergunta. Mas a resposta a esta questão pode poupar vários recursos em processos relacionados com despedimentos, desmotivação e fraco desempenho. Pode também garantir a retenção e atracção de talentos. Pode ainda, explicar a baixa performance da sua equipa.

O tema Felicidade continua a ser objecto de vários estudos e pesquisas pelo mundo fora. Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, coordenada pelo Psiquiatra Robert Waldinger, as pessoas só são felizes quando reúnem um conjunto de itens, entre eles, o reconhecimento e bem-estar no ambiente de trabalho.

A preocupação com a felicidade não é de hoje. Muitos estudos foram realizados, e na vertente laboral concluiu-se que “só é possível alcançar maior produtividade com funcionários felizes”.

Em um artigo citado pelo jornal português Expresso, a Directora Hospitalar e ex-Secretária de Estado da Saúde, em Portugal, Rosa Valente de Matos, vai mais longe e reforça “a importância de ir ao encontro das necessidades dos trabalhadores. Se tenho colaboradores mais felizes a empresa vai produzir mais”.

Garantir a felicidade dos colaboradores nas empresas e organizações ainda é um assunto pouco considerado, mas a verdade é que durante a pandemia este tem sido muito falado, e esferas como a saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores tem ganho outra dimensão e reconhecida importância.

Está cada vez mais clara a necessidade de promover medidas e condições concorrentes para a sustentabilidade emocional dos colaboradores, visto que a felicidade está ligada à tomada de decisões, à criatividade, à predisposição na atitude e às emoções. Ao proporcionar o bem-estar aos funcionários a empresa torna-se mais lucrativa.

Ou seja: a felicidade vale dinheiro!

Consciente desta relação de causalidade, a RSM Moçambique propõe-se desenvolver junto dos seus clientes, pensadas para o seu contexto e para as suas pessoas, uma série de iniciativas e medidas de Afectividade Positiva com o trabalho e de Comprometimento com a organização.

Com base no construto tridimensional dos factores (i) Política de Satisfação (reconhecimento e salário emocional), (ii) Identidade Corporativa (sentimento de pertença) e (iii) Características da Actividade (condições de trabalho) é possível desenhar a melhor estratégia para a felicidade no trabalho da sua empresa.

Gostaria de traduzir a felicidade em lucro?

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